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Cenário mundial sinaliza recuperação: só precisamos fazer a nossa parte

  • 16/11/2023

     
     


     

    Cenário mundial sinaliza recuperação: só precisamos fazer a nossa parte

    Indicadores das últimas semanas trouxeram alívio aos mercados globais, despertando otimismo em relação à trajetória econômica. Dados mais favoráveis sobre inflação e mercado de trabalho nos Estados Unidos, além da melhora da atividade na China, contribuíram para dissipar receios de uma desaceleração brusca que demandasse medidas drásticas para conter a inflação, em especial no país norte-americano.

    Em outubro, os preços ao consumo nos Estados Unidos permaneceram estáveis, registrando crescimento anual de 3,2% e superando as expectativas. Esses números, aliados a um mercado de trabalho menos agitado, levaram analistas a sugerir que o último aumento pelo Federal Reserve (FED), o banco central de lá, ocorreu em julho. A expectativa, agora, se volta aos próximos comunicados da autoridade monetária.

    Já na China, recentes anúncios de estímulo à economia, embora não alterem significativamente o padrão de desenvolvimento mais moderado, injetaram ânimo nos mercados. 

    O Fundo Monetário Internacional (FMI), após avaliar os últimos índices de atividade do gigante asiático, elevou as previsões de alta para este ano e o próximo. Em 2023, a economia chinesa deverá crescer 5,4%, em comparação à previsão anterior, de 5%, enquanto para 2024, a projeção passou de 4,2% para 4,6%.

    O grande receio dos mercados mundiais de que a robustez da economia estadunidense exigisse novos aumentos nas taxas de juros, provocando uma desaceleração considerável tanto nos Estados Unidos quanto globalmente, parece, enfim, se dissipar. 

    Diante da desaceleração evidente no mercado de trabalho e da estabilidade observada na inflação e nos seus núcleos, a expectativa é que o pico das taxas do Fed Funds já tenha sido atingido e que a desaceleração necessária para conter a inflação seja menos intensa do que o esperado.

    A expectativa de juros mais baixos antecipa movimentos positivos nos mercados, incluindo os emergentes. O Brasil, diante de uma taxa de juros reais elevada e de um ambiente institucional mais estável, atrai investimentos em um cenário mais líquido. 

    Apesar do superávit na balança comercial, a condição relativa do País não alcança o potencial pleno graças à incerteza fiscal. Aumentos nos gastos do governo e as dúvidas quanto ao cumprimento das metas — as quais ainda sofrem constantes alterações — geram insegurança e restringem o fluxo de capitais, principalmente para investimentos produtivos.

    Não é preciso realizar ajustes fiscais radicais ou cortes abruptos em programas sociais. É necessário apenas um reajuste nas despesas, visando convergir para um déficit primário zero, mesmo mantendo um déficit nominal. 

    A condição institucional favorável do País requer apenas uma postura mais disciplinada do governo sobre os gastos. Com essa medida, o influxo de capitais e investimentos resultará rapidamente em crescimento econômico e geração de empregos. Mas, para isso, é crucial que façamos a nossa parte.

    Fonte: Contábeis


Contadora

Andrezza Carolina Brito Farias

CRC: 1561/O-4

Competências:

  1. Mestre em administração de empresas;

  2. Especialização em auditoria e controladoria;

  3. Pós - MBA pericia contábil;

  4. Fiscal e coordenadora de fiscalização do CRC-AMAPÁ;

  5. Diretora executiva do CRC-AMAPÁ;

  6. Conselheira Federal na Câmara de fiscalização em Brasília;

  7. Professora universitária;

  8. Prêmio Dama Comendadora da Contabilidade da Amazônia;

  9. Prêmio Escritores de Ouro do Meio de Mundo;

  10. Prêmio Doutora Honoris Causa em Ciências Contábeis;

  11. Publicação do livro de própria autoria para empreendedores;

  12. Membro da associação dos peritos do Amapá - ASPECON - AP;

  13. 20 anos de experiência na área.

2º Responsável Técnico

Rita Kelly

CRC: 001762-O-2

Competências:

  1. Técnico em contabilidade;

  2. Sócia administrativa;

  3. Especialização em contabilidade;

  4. Especialização em societário;

  5. Especialização em RH;

  6. 25 anos de experiência na área.

3º Responsável Técnico

Dra. Gisele

Jurídico

Competências:

  1. MBA - Em Advocacia Pública;

  2. Pós-Graduação em alta performance em Licitações Públicas;

  3. MBA - Licitações Públicas para Implementação da Nova Lei 14.133/2021;

  4. MBA - Agente de Contratação e Pregoeiro Público com Ênfase na Nova Lei 14.133/2021;

  5. Analista Master em Licitação - Vianna e Consultores;

  6. Doutoranda na Universidade de Direito de Buenos Aires - Argentina - Cursando;

  7. Pós-Graduação em Direito Público - Instituto Processus - Brasília/DF;

  8. Bacharel em Direito - UNAMA Universidade da Amazônia - Belém/PA.

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